(D) Quem vem e (F#m) atravessa o (G)rio
(A) junto à serra do Pil(D)ar
(D) vê um velho casar(G)io
(A) que se estende ate ao mar (D)
Quem te vê ao vir da ponte
és cascata, são-joanina
dirigida sobre um monte
no meio da neblina.
(D) Por ruelas e calç(G)adas
(A) da Ribeira até à Foz
(F#m) por pedras sujas e g(Bm)astas
(G) e lampi(A)ões tristes e (D) sós.
E esse teu ar grave e sério
dum rosto e cantaria
que nos oculta o mistério
dessa luz bela e sombria
| | | |
 | | | (D) Ver-te assim abandona(G)da
(A) nesse timbre pardacen(D)to
(D) nesse teu jeito fecha(G)do
(A) de quem mói um sentimen(D)to |
| | | |
E é sempre a primeira vez
em cada regresso a casa
rever-te nessa altivez
de milhafre ferido na asa